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Jogando

Todo mundo está preso a uma cadeia de acontecimentos que vem de muito longe. Nossa raiva quase sempre vem de problemas na nossa infância, de problemas que nossos pais, que por sua vez tiveram na infância deles, e assim por diante.

Nossa raiva também é proveniente de nossas muitas interações com outras pessoas, de decepções e tristezas acumuladas.

Parece que um determinado indivíduo é o responsável pela raiva que estamos sentido, mas as coisas são mais complicadas, não é só aquilo que ele nos fez.

Se alguém explode de raiva com você (e isso parece desproporcional com o que você lhe fez), lembre-se de que a explosão não se dirige exclusivamente a você – não seja tão vaidoso. A causa é muito maior, está lá no passado, envolve dezenas de mágoas anteriores e, na verdade, nem vale a pena tentar compreender.

Em vez de considerar isso como um rancor pessoal, pense como sendo uma atitude de poder disfarçada, uma tentativa de controlar ou punir você escondida por baixo de sentimentos de mágoa e raiva.

Esta mudança de perspectiva permitirá que você faça o jogo do poder com mais clareza e energia. Em vez de reagir exageradamente, e se envolver nas emoções das pessoas, você tira proveito do descontrole delas: enquanto elas perdem a cabeça, a sua não sai do lugar.

A raiva só reduz as suas opções, e o poderoso não avança sem opções. Uma vez aprendendo a não levar as coisas para o lado pessoal, e a controlar suas reações emocionais, você terá se colocado numa posição de enorme poder: agora você pode jogar com as reações emocionais dos outros.

Provoque o inseguro desconfiando da sua masculinidade, e acenando com a possibilidade de vitória fácil. Faça como Houdini ao ser desafiado pelo mágico de menos sucesso, Kleppini: demonstre uma aparência de fraqueza para levar o seu adversário a agir. Depois você vence facilmente. (The 48 rules of power. Robert Greene)

Sucesso, Sempre!

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