Bom dia amigos, muita festa, praia, piscina? Espero que sim, afinal, o verão também é para ser apreciado!
Hoje proponho pensarmos nas inúmeras vezes que fechamos as portas para o desconhecido, simplesmente não aceitamos o estranho, o diferente, na maioria das ocasiões parece ser mais correto (ou fácil) simplesmente ignorar. Será mesmo?
Quantas oportunidades deixamos de avaliar, de poder pelo menos considerar, uma vez que não escutamos... não possibilitamos ao novo a oportunidade de apresentar conjunturas díspares, desconhecidas ou sob uma nova ótica.
Qual razão nos leva a isto, medo, prepotência, arrogância, ou simplesmente acomodação? Possivelmente seja uma argamassa dos sentimentos mencionados, mas e se fizéssemos o antagônico? Se recebêssemos o vendedor desconhecido, se deixássemos o amigo ilustrar a ideia que teve, se incitássemos nossos colaboradores a cultivarem planos ousados e metas arriscadas.
O que nos impede de aceitar um convite para café? O jantar na casa de novos amigos? A viagem de negócios sem plano pré-determinado?
Vamos parar de fechar portas... elas trancadas trazem uma mentirosa percepção de proteção, na verdade elas enclausuram, impedem que os outros tenham acesso a nós, e que nós possamos apreciar o antes ignorado, elas nos travam!
“O sábio não procura imitar os passos dos antigos nem estabelecer padrões fixos que sejam eternos, mas examina o que é da sua época e ai, então, prepara-se para lidar com isso. Havia em Sung um homem que lavrava um campo onde se erguia um tronco de uma árvore. Certa vez uma lebre, correndo veloz, esbarrou no tronco, quebrou o pescoço e morreu. O homem então largou o arado e ficou observando a árvore, esperando conseguir outra lebre. Mas não conseguiu nunca outra lebre e foi alvo de risos do povo de Sung. Ora, supondo que alguém quisesse governar o povo na era atual como as políticas dos primeiros reis, estaria agindo exatamente como o homem que ficou observando a árvore.” (Han-Fei-Tzu, Filósofo Chinês, Século 3 a.C)
Acolha ideias sorridentes, procure estudar com o desconhecido, na pior das hipóteses perderá meia hora com um idiota, na melhor...
Sucesso, Sempre.






Perturbador sim, pois nos instiga a pensar, muitas vezes nos obriga a sair de nossa redoma de vidro, e nos abre para o mundo.