Bom dia honrados lutadores do empreendorismo, quantas vezes nos deparamos com problemas insolúveis, com manhãs nubladas, com noites sombrias?
Nossa vida é feita de estações difíceis, mas graças a elas os fortes se destacam, sim, pois se fosse fácil, a conquista estaria ao alcance de qualquer um, não seria privativo ser um vencedor.
Sendo exaustivamente sincero (como de costume), reitero minha aversão pelos trepidantes, pelos covardes que vivem uma vida escondidos dentro do aconchegante e quente esconderijo do mundo, pobres cidadãos que não deviam nunca ter saído do colo materno.
Que leva esses indivíduos ficarem com tanto receio de arriscar, de colocar as fichas sobre a mesa e tentar (ao menos tentar) lutar pela vitória? Falta-lhes coragem? Oportunidade? Talento? Ou simplesmente são tão insignificantes que não possuem ambição pelo sucesso?
Em minha opinião são desgarrados, são seres menores que de tão apegados as mazelas da vida não suportam batalhar por ideais maiores, não falo apenas em riqueza ou prestígio, mas em não se contentar em ser mais um qualquer na sociedade, um fulano que depende do Estado para colocar arroz à mesa.
Embola-me o estomago pensar que se aprende muita coisa inútil nos bancos escolares, mas na se gasta uma aula para ensinar nossos jovens a acreditarem em seus sonhos, em aprender que as dificuldades fazem parte da vida como o ar para os pulmões.
Comprovado o fato lembro-me de um ou dois professores que por conta própria tentavam passar situações de vida para nós alunos, lembro que a grande maioria não entendia o que eles diziam, pior, reclamavam dele, diziam estar com preguiça de dar aula e em razão disto ficava divagando sobre situações dispersas.
Penso que sou discípulo destes dois ou três loucos que tentam motivar o mundo, que acreditam na frase de Einstein “o impossível só existe até que alguém resolva provar o contrário.”
Sim amigos, o stress, os problemas, as mazelas são os grandes forjadoras dos Gigantes, momentos assim são os apropriados separadores de Homens e meninos.
Sucesso, Sempre!





