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Haitinos precisam de ajuda pra reencontrar filha

Um casal de haitianos, que atualmente mora no bairro Operária, luta para tentar trazer para o Brasil a filha que ficou em sua terra natal. Exilien Injilus chegou em Campo Bom há cerca de cinco anos, deixando para traz a esposa Malia Cepaudire ainda no início da gestação da primeira filha do casal. Dois anos depois Malia desembarcou em terras brasileiras, mas sem o dinheiro necessários para duas passagens a pequena Woudjina, então com dois anos ficou aos cuidados da avó materna no Haiti.
O dinheiro que o pai ganha no Brasil como encarregado em uma transportadora, ainda não é suficiente para colocar um ponto final na saudade da filha que só conhece por fotos e vídeos chamadas. "Se tiver trabalho, um emprego bom, dá pra arrumar dinheiro, só que não dá pra mim, porque o que eu ganho dá pra pagar o aluguel e as contas", diz o pai Exilien Injilus. A mãe que trabalhava em uma papelaria foi demitida no mês de janeiro, o que tornou os planos de juntar o valor necessário para buscar Woudjina ainda mais distante.
Assim como muitos imigrantes Injilus, deixou sua cidade natal em 2014 para vir ao Brasil em busca de melhores condições de vida. “Cheguei de avião pelo Acre, depois fui de carona até São Paulo. Como um amigo meu do Haiti já tinha vindo para o Brasil e estava trabalhando em uma transportadora, em Campo Bom, ele conseguiu o dinheiro da passagem de avião até Porto Alegre. Cheguei e nunca mais saí daqui. Gosto muito da cidade, sou feliz aqui e não penso em voltar para o Haiti”, conta. A ideia de Injilus, desde o início, era trazer a sua esposa e a filha para junto dele, porém a falta de dinheiro acabou adiando seus planos.
Em Campo Bom a família aumentou, com o nascimento do caçula Maitino, que completa dois anos no mês de maio. “Queria os dois juntos. Aqui é melhor pra ela, lá é muita fome. Muito ruim pra criança”, revela o pai com os olhos marejados.

CAMPANHAS DO AG
Nos anos de 2017 e 2018 o Jornal A Gazeta realizou duas campanhas para unir famílias haitiana que moram em Campo Bom. Na ocasião, a divulgação de que o haitiano Lucson Lacour buscava recursos para trazer sua esposa Nadine Francois viralizou na internet e em menos de duas horas o valor da passagem aérea foi conquistado. O reencontro no Aeroporto Salgado Filho foi transmitido ao vivo pelo AG, com mais de 300 mil visualizações. No ano seguinte Vilair Tatoute, procurou o AG para pedir ajuda, pois queria trazer sua esposa Petit que havia ficado na capital, Porto Príncipe.
O AG quer fazer mais uma família feliz e para isso precisamos da colaboração dos campo-bonenses, a meta é conseguir R$ 8 mil, que é a quantia necessária para a compra das passagens e do visto que a filha do casal precisa. Um dos pais precisa ir até o Haiti para trazer a criança. Esse valor cobre a viagem de um deles de ida e volta, a da filha de vinda mais o visto de Woudjina. Se a campanha der certo, a distância acaba e o sonho da família, de ficar junta outra vez, se tornará realidade. "Vai ficar maravilhoso para nós", disse o pai haitiano.
“Mais uma vez estamos sendo chamados, para não dizer desafiados a iniciarmos uma grande campanha cujo objetivo maior é unir por completo uma família e neste caso específico trazer para o aconchego dos pais e do “maninho” a menina de Woudjina, de cinco anos. Vamos todos nos colocarmos na situação desta família e contribuirmos com aquilo que for possível para que juntos possamos comemorarmos mais uma grande ação social e como das outras vezes, certamente os homens e mulheres de bom coração corresponderão a este apelo”, disse o diretor comercial do Jornal A Gazeta.

COM AJUDAR
Interessados em auxiliar o casal a reencontrar a filha, podem doar qualquer valor diretamente com Exilien. Mais informações podem ser adquiridas através do telefone 98265-0927 ou no Jornal A Gazeta 3597-2822.

Atletas conquistam bons resultados da 2º Etapa do Campeonato Gaúcho de Mountain Bike

Nos dias 16 e 17 de março aconteceu na cidade de Ijuí a 2º Etapa do Campeonato Gaúcho de Mountain Bike - que neste ano será dividido em provas de Maratona e de Cross Country- que reuniu 300 ciclistas de todo o estado. Esta etapa da prova foi no formato de Cross Country, que é uma modalidade olímpica disputada em um circuito fechado de trilhas, com muitos obstáculos naturais e artificiais como rampas, pedras e troncos, o que torna o percurso extremamente técnico e desafiador.
No sábado dia 16, o ciclista campo-bonense Elias Weiss foi o campeão da prova Contra Relógio. Como o próprio nome diz, é uma disputa na mesma pista do Cross Country, onde o atleta que fizer em menos tempo é campeão, não havendo divisão de categorias.
“Larguei em um ritmo absurdo dando tudo que tinha de força, aproveitando a pista seca, diante de uma clara tempestade que se anunciava, e tudo ocorreu conforme o planejado, usando os pontos mais íngremes de subida para impor minha força consegui ganhar a prova”, comentou Weiss. Já no domingo a chuva atrapalhou bastante os atletas, deixando a pista ainda mais difícil, mas mesmo assim os campo-bonenses trouxeram bons resultados para casa.

- Leonardo Forell: 5º lugar na categoria Master B
- Ronaldo dos Santos: 2º lugar na Master C
- Géssica Müller: 4º lugar na Elite Feminina
- Rodrigo Medeiros: Campeão na categoria Master A.
- Elias Weiss: Campeão Geral do Contra relógio

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Vida na Ucrânia, novo clube e trajetória: Mateus Norton concede entrevista exclusiva ao AG

Muitos jogadores brasileiros têm o sonho de um dia atuar na Europa, uns deixam o Brasil muito cedo, outros saem já rodados no país. O campo-bonense Mateus Norton é um desses atletas que alcançou esse objetivo na carreira. Revelado pelo Aimoré-RS, o atleta chegou ao Fluminense com 19 anos como uma das grandes promessas do futebol gaúcho. Apesar de toda a expectativa, o volante ficou um período no Sub-20 da equipe, se destacando rapidamente conquistou a braçadeira de capitão. Entretanto, quando foi promovido ao profissional, em 2017, o jogador não conseguiu manter o alto nível de desempenho. Sem espaço no time em 2018, Norton atuou em 16 partidas pelo Fluminense. Buscando se destacar no mundo da bola o volante foi longe, foi para a Ucrânia. No final do mês de fevereiro rescindiu contrato com o Flu e acertou sua ida para o Zorya Luhansk, da primeira divisão ucraniana.
Norton conversou com o AG sobre a adaptação ao país, o novo clube, família e as expectativas que o levaram para tão longe de casa.

FUTEBOL EUROPEU
A ida para o futebol do exterior é sempre complicada para um jogador, ainda mais quando o país em questão fala uma língua diferente da habitual. Além disso, a cultura também é um fator que atrapalha a adaptação de jogadores brasileiros no exterior, mas na Ucrânia a questão é um pouco menos difícil. Seu campeonato nacional é recheado de brasileiros. No Zorya além do campo-bonenses, atuam o meio campista Silas e o goleiro Luis Felipe.
Apesar do frio de -4 ºC encontrado já na chegada à cidade Zaporizhzhya, Norton tem conseguido se adaptar com rapidez ao futebol local e à neve. Na opinião do volante, a presença de compatriotas no time tem ajudado bastante. “Sabia que seria uma rotina bem diferente. Não só pelo estilo de jogo e o dia a dia de treinamentos, mas por todo o contexto de frio, neve, cultura distinta. De qualquer forma, além de ter pesquisado e me preparado para esse novo desafio a presença de um tradutor no clube facilita bastante as coisas e já consigo entender as orientações nos treinamentos”, revelou Mateus
Para o brasileiro, o time, que é uma das grandes forças do futebol local é uma excelente oportunidade para mostrar seu trabalho. “Eu preciso jogar! E jogar no leste europeu é um bom recomeço. Ainda não atuei em nenhum jogo, apenas treinei. Mas nos treinos dá para notar que é um jogo mais físico, mais intenso e estou trabalhando para estrear logo”, disse.

GURI DO PORTO BLOS
Nascido e criado em Campo Bom, Mateus cresceu no Beco das Flores, no bairro Porto Blos. Zona ribeirinha, castigada frequentemente com os efeitos de enchentes. Foi no esporte que o jovem atleta viu a oportunidade de mudar de vida. Dedicado aos treinos os bons resultados foram logo aparecendo. Tudo começou no Projeto Acolher de Campo Bom onde se destacou. Depois disso, passou pelos clubes: 15 de Novembro, Novo Hamburgo e Aimoré, de São Leopoldo. Pelo seu alto desempenho no Campeonato Gaúcho, atuando pela equipe leopoldense, Mateus recebeu o convite para jogar no Flu. Norton foi contratado pelo Fluminense em 2016 onde atuou até o mês de fevereiro deste ano.

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Cervejaria Imigração é premiada no Festival Brasileiro da Cerveja

A Cervejaria campo-bonense Imigração, conquistou seis medalhas no 7º Concurso Brasileiro de Cervejas, evento que todo ano é realizado em Blumenau, Santa Catarina. Considerado o Oscar da cerveja brasileira e o concurso mais importante da América Latina, reuniu 505 representantes de cervejarias de todo país. A empresa de Campo Bom em sua quarta participação conquistou quatro bronzes e duas pratas nas seguintes categorias:

- American - Style Sour Ale com a cerveja Sour Stout - Medalha Prata;
- English - Style Summer Ale com a cerveja Summer Ale - Medalha Prata;
- Belgian - Style Tripel com a cerveja Tripel - Medalha Bronze;
- American - Style Cream Ale com a cerveja Cream Ale - Medalha Bronze;
- Robust Porter com a cerveja Robust Porter - Medalha Bronze;
- Bohemian - Style Pilsener com a cerveja Bohemian Pilsener - Medalha Bronze.

“Ficamos muito contentes e gratos pelo reconhecimento de toda dedicação empenhada ao longo do ano em entregar um produto de qualidade”, dizem os diretores da cervejaria.
Ao todo a Cervejaria Imigração soma 25 medalhas nas quatros edições que participou do Concurso.
A premiação aconteceu no último dia 12, no Bela Vista Country Club. Ao todo, foram inscritas 3.115 amostras que passaram pela avaliação de 121 jurados do Brasil e de mais 24 países. Sendo distribuídas 72 medalhas de ouro, 93 de prata e 90 de bronze no total de 255 medalhas, o que corresponde a 8,18% do número de cervejas inscritas premiadas, em 154 categorias. “Nos empenhamos sempre em elevar a qualidade dos nossos produtos. Não fazemos uso de aditivos químicos, conservantes, estabilizantes e aromatizantes e priorizamos o uso de insumos e ingredientes naturais nas nossas cervejas. Esse reconhecimento no maior concurso nacional, que neste ano contou com a inscrição de 3115 cervejas é extremamente gratificante e mostra que estamos trilhando o caminho o certo”.

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