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Campo Bom se une para viabilizar nova sede da APAE

Campo Bom se une para viabilizar nova sede da APAE Angélica Spengler/AG

O sonho de ver construído uma nova e moderna sede para a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) de Campo Bom motivou lideranças da cidade na criação de um projeto solidário que vem movendo uma comunidade inteira. O Tijolinho Solidário, idealizado pelo Rotary Club de Campo Bom, visa comercializar mini tijolos que terá toda a renda destinada à construção da nova casa da entidade.

Tudo iniciou em uma reunião do Rotary, quando o membro do clube, Júlio Feltrin, que também é o atual presidente da APAE local, expôs a ideia e necessidade da construção de uma nova sede para a entidade, a ser construida no Loteamento Jardim dos Flores, próximo ao bairro Cohab Leste. “Nos sensibilizamos com a proposta do colega, que nos apresentou a realidade hoje vivida pela APAE. Pensamos juntos em uma maneira de iniciarmos uma grande mobilização onde a comunidade fosse a principal protagonista”, relatou Clioni Meneghetti, idealizador do Tijolinho Solidário e presidente do Rotary Club.

Hoje, a APAE, que existe na cidade há 38 anos, atende cerca de 400 pessoas. A atual sede localiza-se na rua Helmuth Blos, 49, no bairro dos Gringos. “A entidade está operando em seu limite e carece de adequações para atender melhor seus alunos. Estamos vivendo uma crise econômica no país, estado e município e o Tijolinho Solidário vem justamente para a comunidade abraçar a campanha e proporcionar e promover a caridade entre os campo-bonenses”, destacou Clioni. Os primeiros 5 mil minis tijolos foram doados pela Cerâmica Ritter, empresa campo-bonense engajada na campanha.

Projeto tem três fases

Ao valor de R$ 10,00 cada tijolinho, a meta inicial para cumprir a primeira fase do projeto é atingir a marca de 100 mil unidades. A campanha, lançada no mês de agosto deste ano, já comercializou em torno de 15 mil tijolinhos. Nesta primeira fase, o objetivo é iniciar a construção de 3.600m² com salas de atendimentos gerais, consultórios médicos e atelieres. Na segunda fase, o projeto contemplaria um amplo ginásio para uso não apenas da APAE, mas que poderia ser utilizado para locação à comunidade, o que se tornaria em uma renda extra para a APAE. Na terceira e última fase, seria construído uma horta, estacionamento e uma pequena piscina para auxiliar na fisioterapia dos frequentadores.

O projeto arquitetônico é de responsabilidade da arquiteta Raquel Ermel. “Fizemos um estudo minucioso de quais seriam as reais necessidades da APAE e em cima disso, um projeto moderno e audacioso foi desenvolvido. Também abrimos uma conta bancária para depositar todo o dinheiro proveniente das vendas dos tijolinhos, o que facilita a transparência da ação”, destaca Clioni.

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