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O doce sabor do Apadrinhamento Afetivo

Isabela Moreira, Stella Mayca e Juliana Martins estiveram na redação do AG divulgando o projeto AG Isabela Moreira, Stella Mayca e Juliana Martins estiveram na redação do AG divulgando o projeto

“Eles só querem atenção, carinho e serem cuidados com amor”. As palavras são de Stella Maris Mayca que há dois anos participa do Apadrinhamento Afetivo, em Campo Bom. O Projeto, criado na cidade em 2012, busca voluntários para o apadrinhamento de crianças que vivem na Casa de Passagem Querubim, destinada a crianças de 0 a 18 anos, que antes viviam em situação de vulnerabilidade social. A casa é mantida pela Prefeitura de Campo Bom e o projeto é idealizado por voluntários.

Atualmente o projeto conta com 23 padrinhos. “Precisamos aumentar esse número para que todas as crianças sejam contempladas”, afirma a advogada Juliana Martins da Silva, umas das idealizadoras do projeto. O apadrinhamento consiste em, periodicamente, conviver com uma criança. “Importante ressaltar que o participante será padrinho da Casa de Passagem e não de uma criança específica, podendo haver o rodízio de crianças em cada visita”, explica Juliana. De acordo com a voluntária, o apadrinhamento independe da situação econômica. “Se o interessado cumprir todos os requisitos, ele estará apto a participar do projeto”, destaca.

Como apadrinhar

“Para apadrinhar uma criança, o requisito principal é querer e principalmente zelar pela criança”, destaca Juliana. Os documentos necessários são: Identidade e CPF, Certidão de Nascimento ou Casamento, comprovante de residência, atestado médico de sanidade física e mental, certidão criminal e fotos atual da família.

“Após entregarem a documentação, nós encaminhamos para o Fórum, onde acontece a análise dos dados. Este processo leva em média seis meses”, explica Juliana. Maiores informações podem ser adquiridas através dos telefones 3597-1532 ou 3049-1413.

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