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Feiras de Ciências despertam a curiosidade e promovem o conhecimento da garotada

Alunos da rede municipal de ensino buscam na criatividade o combustível para o conhecimento Divulgação/PMCB Alunos da rede municipal de ensino buscam na criatividade o combustível para o conhecimento

De 12 a 26 de junho, alunos do Pré 1 ao 9º ano da rede municipal de ensino estão debruçados diante de trabalhos científicos desenvolvidos nas salas de aula. As mostras procuram trabalhar assuntos do cotidiano da garotada. Como o trabalho apresentado pelos alunos do 3º ano da escola Emílio Vetter, do bairro Rio Branco, que investigou a fundo o problema que afeta os pés das crianças e dos adultos. E os adolescentes levaram o assunto a sério: com a coleta de amostras dos pés dos colegas, eles criaram culturas de bactérias e observaram o desenvolvimento delas, fazendo anotações e análises. Além disso, criaram um questionário sobre o chulé que foi respondido por estudantes e pais.

Segundo a coordenadora de Ciência, Saúde e Educação Ambiental da Smec, Natália Braun, envolver os pequenos no mundo da ciência logo cedo e de forma prazerosa é o primeiro passo para organizar uma boa feira. “Mais de 6 mil alunos de 5 a 14 anos, estarão envolvidos nestas feiras de ciências. A partir do pré 1, por volta dos 5 anos de idade, elas já começam a ter conhecimento de uma metodologia científica e, desde então, trabalhamos de forma interdisciplinar esses aspectos em suas pesquisas, para que aprendam a buscar o conhecimento”.

EXPERIÊNCIAS INICIAM NA EDUCAÇÃO INFANTIL

A coordenadora ressalta ainda que o interesse pela ciência é estimulado desde cedo nas escolas de Educação Infantil de Campo Bom. “Estimulamos os pequenos a tatear, experimentar e vivenciar a magia do conhecimento, tanto que eles também têm suas mostras de ciência como uma forma de conhecimento pré-científico”, define a coordenadora.

FIQUE POR DENTRO

Esses eventos consistem na exposição de trabalhos realizados pelos próprios alunos, sob a orientação de seus professores. Cabe a cada escola organizar a sua feira de ciências, seja através de exposições, seminários, apresentações, entre outras formas. E vale de tudo: desde a produção de iogurte através do cultivo do Quefir, investigação sobre o clima de Campo Bom, trabalhos sobre a importância da água, entre outros assuntos. Como o projeto sobre as cores das frutas, apresentado pelos estudantes da turma de 4º ano da escola Duque de Caxias. “Resolvemos fazer este trabalho pois existem muitos alunos que não têm uma alimentação balanceada. Aprendemos muito sobre a função de cada cor dos alimentos e dos nutrientes que eles possuem e que precisamos ter todos os dias alimentos de pelo menos cinco cores diferentes”, explica a estudante Júlia Fernanda de Souza, de 9 anos.

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