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As Pitaias do seu Ernâncio

Seu Ernâncio exibindo as Pitaias que cultiva há pouco mais de um ano no bairro Paulista AG Seu Ernâncio exibindo as Pitaias que cultiva há pouco mais de um ano no bairro Paulista

Apenas duas, a cada dez pessoas no Brasil já ouviram falar ou conhecem a Pitaia. Um dos motivos é que a fruta, originaria de regiões da América Central e México, também cultivada em Israel e na China, chegou no mercado brasileiro há pouco tempo. Ela é um pouco mais conhecida no estado de Pernambuco, onde é cultivada há alguns anos.

Em Campo Bom, o aposentado Ernâncio Werno Kopper, de 67 anos, largou a vida de calçadista, onde trabalhou por 11 anos na Reichert Calçados e 42 em seu próprio atelier, para se dedicar a Pitaia. Foi na fruta que ele viu uma maneira de se ocupar e garantir uma renda extra. “Conheci a fruta em uma viagem a Santa Catarina. Me encantei com a beleza e o sabor dela e trouxe algumas mudas para casa”, conta seu Ernâncio. Hoje ele cultiva a fruta em um terreno de mais de 1.300m², no bairro Paulista, que conta com 780 pés, milimetricamente enfileirados. O investimento foi de aproximadamente R$ 35 mil.

Conforme o aposentado, a Pitaia é uma fruta especialmente tropical, por isso a facilidade do cultivo no clima campo-bonense. “O segredo é produzir um solo fértil e rico em adubo, com esterco de peru, calcário e pó de rocha, além de muita água”, explicou. Antes de iniciar a plantação, seu Ernâncio se formou no curso de plantação de Pitaia orgânica, realizado na cidade de Sombrio, Santa Catarina. Um dos grandes parceiros de seu Ernâncio para iniciar o cultivo da fruta foi Claudinei Baldissera, coordenador da EMATER de Campo Bom.


Confira a matéria completa na edição de 26 de janeiro de 2018. Para assinar ligue (51) 3597-2822.

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