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Os cuidados para não levarem o malote outra vez

Os dois casos foram acompanhados, de perto, pelo AG Reprodução/AG Os dois casos foram acompanhados, de perto, pelo AG

O dia 27 de janeiro se aproxima e com ele a lembrança de dois crimes ocorridos em 2016 e 2017 que seguem sem solução. Os roubos aos malotes com valores do recolhimento do Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU) fizeram a cidade ser manchete em jornais de grande circulação, a nível estadual e nacional.

O Jornal A Gazeta acompanhou de perto a investigação que esbarrou na falta de provas de dois crimes que podem ser considerados perfeitos. “O caso não foi elucidado. Foram mostradas fotografias de suspeitos, porém as vítimas não conseguiram identificar os autores”, pontuou Alberto Pozzobom, inspetor da Polícia Civil.

Para que a cidade não volte a ser notícia negativa envolvendo o caso, o Governo Municipal buscou, ao longo de 2017, alternativas para sanar essa possibilidade. O Centro Administrativo conta com uma agência do Bradesco localizada no subsolo. “Para a renovação de contrato com o Bradesco, a Prefeitura incluiu uma cláusula exigindo que a agência do banco na Prefeitura aceite depósitos da Administração Municipal, evitando assim que o dinheiro saia do Centro Administrativo sob a responsabilidade da Prefeitura”, explicou Fernando Trott, secretário municipal de finanças.

Além disso, a Administração Municipal contratou ainda uma segurança armada para trabalhar na proteção do caixa, contribuintes e funcionários, nos dias de pagamento.


CONFIRA ESTA MATÉRIA COMPLETA NA EDIÇÃO DE SEXTA-FEIRA, 19 DE JANEIRO DE 2018. PARA ASSINAR, LIGUE: (51) 3597-2822.

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