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Secretaria Municipal de Saúde alerta: Não vacinar crianças é crime

Número bem abaixo da meta - Em 2018 foram vacinadas 2.547 crianças de 6 meses a 5 anos, totalizando apenas 74% da meta do grupo, que era de vacinar 3.440 crianças. - No total foram vacinadas 20.562 pessoas em 2018, já em 2017 foram 15.972 Divulgação Número bem abaixo da meta - Em 2018 foram vacinadas 2.547 crianças de 6 meses a 5 anos, totalizando apenas 74% da meta do grupo, que era de vacinar 3.440 crianças. - No total foram vacinadas 20.562 pessoas em 2018, já em 2017 foram 15.972

A erradicação da poliomielite – que provoca a paralisia infantil –, desde 1990, e do sarampo, desde 2016, é a principal hipótese do Ministério da Saúde para a recente baixa no número de vacinações contra as doenças. Em 312 municípios do Brasil, menos da metade das crianças com até 1 ano foram imunizadas contra a pólio. Ao mesmo tempo, há registros de contaminação de pólio e sarampo em Roraima, Amazonas, Rio Grande do Sul e São Paulo.

Segundo a titular da Secretaria Municipal de Saúde de Campo Bom, Suzana Ambros Pereira, não imunizar as crianças contra essas e outras doenças é crime previsto no Estatuto da Criança e Adolescente (ECA), no artigo 14. “Na contramão de todas as evidências científicas, existem pessoas responsáveis pelas crianças que estão optando por não as vacinar. Ao não imunizar os filhos para doenças que deixaram de ser comuns, como o sarampo e a poliomielite, os responsáveis por essas crianças podem colocar em risco não só a saúde das crianças, mas de todos à sua volta. O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece essas vacinas gratuitamente e pedimos que os pais consultem e mantenham o calendário vacinal das crianças sempre atualizado, buscando a imunização e orientações nas unidades de saúde do município”, alerta a secretária.
Campo Bom não registra nenhum caso suspeito ou confirmado de pólio ou sarampo na cidade. De janeiro a maio deste ano, a SMS imunizou 355 crianças contra a pólio, totalizando 94,37% de cobertura. Já a vacinação contra o sarampo, que faz parte da vacina Tríplice Viral (que imuniza contra sarampo, rubéola e caxumba), atingiu 395 crianças, uma cobertura de 89,30%. “O número de imunizações deve ser maior, pois as imunizações que são aplicadas na rede particular não estão contabilizadas neste levantamento. O importante é que as pessoas não deixem de imunizar seus filhos, isso é fundamental para a saúde e bem-estar deles e de toda a sociedade”, destaca Suzana.

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